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Da estrada ao por do sol.

Há de chegar o tempo de caminhar descalço e entrar no sótão da alma.
O tempo que se aprende a enxergar, a caminhar... A assoviar.
A felicidade esteve dormindo ao seu lado o tempo todo...
Mas como sorrir diante da dor que se instala? Coragem!
_É hora de acordar as lembranças adormecidas apesar do pó do tempo. É possível/tente!
As cores estão vivas, o som do sorriso. Somos um chão de memórias-cantigas e histórias.
Não existe fim... Existe um novo caminho, uma estrada que a saudade nos leva, pois Deus entende que precisamos ser enfeitados de amor.
Não devemos achar que estamos sem casa, que somos cores sem dono. Você tem um coração na boca e um olhar de flor. Nós precisamos da sua mistura de cor!
Da estrada ao por do sol é teu o direito de ser leve. “Você esta vestida de vento e sua alma assovia descalça” é hora de marcar um encontro com seu livro favorito e comemorar o cheiro da chuva. Entenda... Todos nós somos barro e nos moldamos de acordo com os dias e às vezes, é necessário nos deixar quebrar para nos refazer!
Não existe receita para os novos sabores, mas existe o por do sol, e um conte comigo!
... É preciso ser sincero, é preciso dar voz ao que esta dentro, pois não existe palavra certa e nem escolhas erradas só se aprende com cada passo da caminhada. (Todos nós temos alegria e saudade morando na mesma casa) apenas saiba o quanto é amada!
Aqui nessa estrada existem abraços demorados e panela de brigadeiro que é pra gente comer com o dedo e falar da vida.
A vida é muito dura, pois no fim a escolha é sempre nossa, é descobrir o amor por tudo que temos e que “perdemos” com os cinco sentidos.
_É querer a tranquilidade sem que transborde ou falte, quem sabe você consiga encontrar o seu muito bem ali ao alcance dos olhos.
Eu recomendo por do sol e andar com calma, pois a estrada sempre vai estar ali. (...)
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Petrópolis – 17/12/2014
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