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Eu, Louco

Minha loucura mistura-se aquele que perdeu a razão.

Não sou o que deveria ser, mas quero mais do que posso suster!

Eu não quero aquela paz armada, a paz que se sustenta por temor.
A minha loucura, vive em estado de não – beligerância.
Sou um louco inábil- insuficiente.

Eu sou um louco intenso – vivo- violento: A minha loucura- e meu louco amor.

Sou o absurdo, o contrário à razão.
Sou um projeto louco!

Eu sou a interrogação, a pergunta- sou o assunto-o ponto proposto.
Eu quero exprimir de maneira concisa e com poucas palavras, condensar um pensamento.

Eu não quero intervalos ou dados desnecessários.
Eu quero a eliminação de campos vazios, chega desta abundância inútil de palavras.
O luxo, e sua ociosidade.

A minha loucura, não esta sujeita a um dever ou obrigação; é dispensada, livre- isenta.

A minha loucura me eleva acima do prosaico, do cotidiano.
Ela, a minha loucura. Não tem começo e nem fim, mas acho que adquiri o vezo, de ser louco.

Forte abraço a todos!

Vinicius.C

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