Eu odeio!
Puxar atrás, esse deslizar que roça o chão!
Odeio a lentidão dos dias, tanto desalento- força exposta, colocadas a prova!
Odeio sentir, experimentar, ter fome, ter medo!
Eu odeio a indiferença- a magoa, odeio o neutro!
Odeio a privação, a ausência!
Odeio a deficiência do silencio, eu sinto falta do grito!
Eu odeio!... Não saber o que estar por vir, a existência que se há- de seguir.
Desequilibro minha alegria- minha dor.
Questiono a morte, a fatalidade da sorte.
Eu sobrevivo!
Ludibrio a mentira- entregando a verdade.
Disfarço a intenção do que poderia ter sido.
Eu odeio o extremo- oposto.
Tudo complexo- sem nexo.
“Odiar situações desagradáveis à vista, disforme, Contrário à decência ou conveniência- PODE!”
Forte abraço a todos!
Vinicius.C

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